27.6.08

Estudante é expulso por servidores da UFPel de assembléia em que redefiniram voto da categoria para eleição de reitor. Com empurrões e ofensas

video

Há pouco, servidores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) expulsaram com empurrões, safanões e ofensas um estudante (de cabelo rastafari) que tentou ingressar na sala em que ocorria uma assembléia de funcionários convocada por pessoal da reitoria. A confusão ocorreu agora há pouco, na escola de Odontologia da UFPel.
Ao final da assembléia, cerca de 200 pessoas presentes mudaram a voto inicialmente obtido para o sistema de eleição do reitor da instituição, pleito marcado para 29 de agosto próximo.
Na assembléia de hoje à tarde, que acabou há meia hora, eles decidiram que o voto deve obedecer ao sistema paritário, em que voto de professor tem mais peso do que de funcionário, que, por sua vez, tem mais peso do que o voto de alunos.
Na assembléia anterior, com a presença de 51 pessoas, havia ganho o voto universal. Neste sistema, os votos dos alunos tem mais densidade numérica do que os votos dos funcionários, que, por sua vez, tem mais densidade do que os votos dos professores.
(Vídeo: coleção Rubens)

FURO JORNALÍSTICO
Este foi mais um füro que o blog Amigos de Pelotas aplica na imprensa de Pelotas. "Furo", neste caso, é quando o jornalista ou grupo de jornalistas publica (m) notícia exclusiva antes dos concorrentes.
Blog Amigos, como Chapolim Colorado:
"não contavam com a nossa astúcia"

32 comentários:

Anônimo disse...

Este blog é bom mesmo... mata a cobra e mostra o pau!

Anônimo disse...

O que é isso? Esses funcionários enlouqueceram? não deveriam ajudar a cuidar dos adolescentes da universidade? Lembro de um tempo em que haviam, inclusive, assembléias conjuntas de professores, funcionários e alunos. Como é que aqueles funcionários agiram assim com um menino que, ao contrário de muitos por ai, ao menos está procurando defender o que pensa, e informar-se. Se não me engano, é membro do PSOL.

Anônimo disse...

Sim é do PSOL, famoso em confusões e pouco famoso em ir a aula onde estuda, no ISP-UFPEL. Junto com os demais muito pouco controem além da candidatura de Luciana Genro do qual são liberados ($). Também dedica-se bastante a pré-candidatura a prefeito do Prof. Lucas do PSOL e da ADUFPEL.

Anônimo disse...

Perderam o resto da descência.
Inacreditável que fizeram isso.
Parabéns pelo excelente blog, procuro digulvar ao máximo!

Anônimo disse...

vamos com calma com o garoto.
Muitas vezes aprende-se muito mais no ambiente da universidade do que nas empoeiradas salas de aula com professores enroladores. Hoje dou graças a Deus por não ter assistido tanta aula.Por isso não gosto de ver esse tipo de crítica.

Anônimo disse...

o gordinho que aparece no inicio do vídeo saindo à francesa eu conheço, é meu amigo e nada tem com a coisa ele é operador de som e esta com a maior cara de apavorado que eu ja vi ele fazer. parabéns Rubens continua assim.

Anônimo disse...

Esses funcionários parece que ODEIAM os alunos. Nunca estudaram numa Universidade e parece que seus filhos nunca vão entrar para a UFPEL também.
Para eles seria bom que NÃO EXISTISSEM ALUNOS. Assim esse pessoal da "assembléia pelega" poderia ficar só jogando Paciência, trocando mensagens no Orkut, conversando no MSN... Fora alunos! Por uma Universidade vazia, sem vestibular. Só professor coçando o saco e funcionário comprando Avon.

Anônimo disse...

O que interessa se o menino vai ou não a aula? Que ridículo discutir isso! Pelo visto ele tem aula de cidadania em casa e sabe usa-la na universidade. Que bom, pq tem professor da UFPEL que pensa que não tem que dar aula de cidadania: quer aluno conivente e quietinho na sala de aula. Esses homens adultos deveriam ser processados por agirem assim.

Anônimo disse...

Pobres alunos: quando não é o reitor, são seus capatazes. De maracutaia em concurso a surra, tudo para o pior da instituição. Acho que, enfim, a candidatura César começa a desabar.

Anônimo disse...

Vergonhoso! patético! ridículo! absurdo! onde achar adjetivos? há adjetivos pra gente como essa?
golpistas! safados! interesseiros!

Até pouco tempo, os servidores usavam cartazes com dizeres "e o compromisso, reitor?" porque "as tais 30 horas" não saíam nunca.

Então as 30horas saem, no ano da eleição, e os funcionários DE CONFIANÇA (porque, não se enganem! só havia gente da reitoria por lá) aparecem pra quê? PRA BATER EM ESTUDANTES.

Porque dos que não têm direito a voto, só podem entrar os que concordam com o que a reitoria quer.

E alunos são isso, mesmo: a-luno: sem luz.

É assim que pensam esses GADOS MARCADOS da reitoria, cujas atitudes apenas JOGAM A UFPEL NA LAMA.

Essa notícia é digna de sair em voz nacional. Porque estudante, quando quer, GRITA.

E a UFPEL pára aonde? Aliás, "saber em movimento", "porrada em movimento", "xingamento em movimento", tudo combina com a UFPEL. Só o que não combina é "movimento estudantil".

E, se preparem, se os estudantes forem esmagados, eles vão esmagar também!

A reitoria da UFPEL AINDA não foi ocupada. As queixas ao Palombo AINDA não foram feitas.

E o tempo de se arrepender e mandar uma nota de esclarecimento e desculpas públicas AINDA está em pé.

Afinal, tudo se movimenta. Se realmente querem que o movimento estudantil realmente não se movimente, lembrem-se do AINDA, agressores-repressores-ignorantes.

Porque quem argumenta dizendo que alguém não vai à aula, de fato, só pode ser um ignorante.

Volta pro orkut, meu amigo. Vai comer bolacha.

Rosane disse...

Quem viu o video do menino na sala pôde entender o desespero do rapaz perante a truculência do Pró-Reitor de Recursos Humanos, Mauro Joubert. Para quem ainda não sabe, é o homem que exibia o cartão vermelho. Mas, nem todos os funcionários se comportam desta maneira. Sou funcionária desta universidade e me envergonha ver essa pelegada toda batendo em aluno e tentando desmoralizar a única Entidade que representa e luta pelos trabalhadores técnico-administrativos da UFPel. Um abraço a todos e peço que não deixem essa história morrer. Divulguem no orkut e em todos os lugares que puderem. Rosane

Anônimo disse...

Tem professores bons na UFPEL. Mas, tem também cada fraude! Quem não sabe que assim como muitos alunos, também muitos professores promovem só a 'matação'!?!?
Os estudantes andam muito apáticos! É preciso sim uma manifestação mais consistente!

Anônimo disse...

Vou repetir a pergunta singela que o MPF fez à UFPEL: como se justifica redução da carga horária se a administração alega que faltam servidores? auauaua
Viva a utilização do poder administrativo como mecanismo de manutenção do poder político.
E pró-reitor sendo protagonista em assembléia? No momento em que ele assume a condição de administrador acho que o servidor deve ter uma postura mais sóbria. Tudo bem que vá, mas usa mais os ouvidos do que a boca(no caso de hoje, os braços)

Anônimo disse...

O rapaz que foi expulso da reunião se chama Luan Badia.

Mirta disse...

Lamentável atitude que colegas servidores tiveram. Democracia não é assim. A Universidade é de todos (professores, téc. adm. estudantes e comunidade) se as fundações estavam presentes porque não estudantes. Uma Instituição de Ensino, Pesquisa não deveria ter esse tipo de atitude. Perde a reitoria, nós servidores e a comunidade que vivencia tudo isso.

Anônimo disse...

Era uma assembléia do Talibã, pra decidir sobre a cor da Burka que as servidoras passariam a usar na próxima gestão?

Anônimo disse...

Também acho que perdem todos, mas acho que foi bom para acordar: a ASUFPEL andava muito atrelada ao César (30 horas e tal), os estudantes já estavam no jogo do "rouba mas faz", a la mensalão. Agora cai a mascara: o reitor não quer mais brincar de voto universal. Há nova chapa no DCE, e é Contra-Corrente, não é a favor. Até levar essa, a ASUFPEL estava bem quietinha, concordando com todas as falcatruas do César, que empobrecem o ensino, a pesquisa e a extensão: concursos para filhos de ex-pró-reitor e apaniguados, improbidades administrativas, shoping com dinheiro público...e a ASUFPEL bem quietinha, com suas 30 horas.

Pois é, amiguinhos. E agora? Há algo de podre no reino da Dinamarca! O negócio é parar de jogar sujo: só pensar em ser "esperto" não dá! Inteligência (que não é esperteza), exige ética!

Anônimo disse...

Atenção pessoal, a Associação não é o que se deseja a muito tempo e também antes de dizer que os que estavam ontem lá são da Fundação não é correto. O grupo era de funcionários sim que estavam pensando na importância que deve ter o seu voto. Infelizmente o golpe foi dado por um grupo minoritário que queria voto universal. Alguem sabe porque?
Por favor gente essa conversa de capacho, por favor conta outra, esta não cola.

Anônimo disse...

Ao amigo que faz menção à atuação a Asufpel: infomo que é o sindicato que mais tem feito denúncias sobre a atual gestão. Quanto as 30 horas, o que exigimos foi cumprimento de promessa de campanha. Mais:para quem não sabe, é bandeira histórica de luta de todo trabalhador, defendida pela CUT e todas as centrais sindicais.

Anônimo disse...

A minha intenção em postar minha opinião é esclarecer algumas coisas que não consigo entender.
O aluno é importante sim, a UFPel existe e tem o dever de cumprir com seu compromisso de educar e formar bons profissionais, mas quem olha para o futuro e se preocupa com o aluno que vai ocupar a vaga do que se formou?
Quando cheguei (vinha do campus) vi algum tumulto no corredor já havia iniciado a assembléia.
Não posso falar sobre o lance de violência porque quando cheguei já havia acontecido vi um bate boca no corredor após o ocorrido.
Não tenho nenhum cargo de confiança e nem mesmo fui lá amedrontado por ninguém.
O que sei é que fui identificado e recebi um cartão vermelho para levantar na hora da votação.
Defendo o voto percentualmente igual para todas as categorias. Qual o interesse que teria uma categoria em anular o seu próprio voto?
É tão claro ver que mais de 10.000 mil alunos e os professores e funcionários devem somar uns 3.000 mil no máximo e se o voto for 1x1 quer dizer que 30% dos alunos definem o Reitor seja ele lá quem for!
Chamam isso de DEMOCRACIA?
Voto paritário proposto tem mais peso para o grupo que realmente estiver unido. A proporção é a mesma 33% por categoria. Acham justo que quem tem a maioria em números de componentes esmague meu voto?
Cada categoria ou as três unidas podem defender o que acharem melhor para a UFPel
é só ir as urnas. Se for 1x1 pra que professor e funcionário votar?
E os alunos, como ficam também? Será que não enchergam que, por exemplo, os cursos que possuem mais vagas no ingresso e possuem mais duração de curso podem eleger o Reitor.
Funcionário muitas vezes também é aluno.
Existem e todos sabem funcionários, professores e alunos que pouco se importam com o amanhã e o primeiro professor bonzinho já estará eleito pelos alunos que só querem realmente é ter o diploma na mão.
Aceitam que em torno de 33% (por enquanto e os cursos novos) de uma categoria possa definir por todos, que uma categoria anule o voto das demais, chamam de DEMOCRACIA?
Na Reitoria tem CACIQUES, mas também tem muito índio.
O que quero é que meu voto tenha algum sentido! Do contrário pra que votar se é não vai valer nada em relação ao montante. Não é difícil de entender...
A assembléia anterior com menos de 51 funcionários (dos quais muitos membros da atual adm. da associação) definiu em assembléia uma forma de voto a diferença com a assembléia de hoje com mais de 200 funcionários não deve ser considerada. Que esses mesmos 200 poderiam ter ido na anterior e sido maioria se realmente fosse como dizem GOLPE...
Onde esta o GOLPE realmente?
Pessoal estamos em uma Universidade Pública e prestamos vestibular eu também sou aluno e teu colega, te liga bixo!
Eu pergunto a quem realmente interessa?
É de real interesse para os alunos ou eles estão na realidade, sem perceber, sendo levados pela corrente?
Uma categoria expressiva de alunos também aceita que apenas um terço deles definam o Reitor?
Gente eu tenho alguns anos de UFPel e alunos entram e saem. Muitos satisfeitos com o diploma na mão e outros tantos já insatisfeitos no início do curso.
Será que o que se saiu olhou para trás, para o que viria ocupar a nova vaga?
Lembre-se que ALGUNS funcionários e professores é quem seguram o tranco depois que deixamos de ser alunos.
Eu só quero poder votar e saber que ele pode somar alguma coisa, quero e tenho o direito de também escolher o candidato que eu bem entender assim como aos alunos e professores.
Alguns dos que se dizem representante da classe trabalhadora, são os primeiros a não trabalharem, pra quem isso é novidade? Com tudo que se vê na mídia...
Os interessados em que essa polêmica cresça embasados no que os outros falam sem ter a menor "NOÇÂO" do que estão falando é que devem ter algum interesse, querem de alguma forma, ou melhor, de qualquer formar juntar os 33% dos votos de uma categoria de 10.000 e definir a sua vontade chamando isso de um processo democrático me poupem.
Ah! que papo é esse de Talibã, pra decidir sobre a cor da Burka (que barato) corta essa! Mostra-me onde esta o tesouro do meu salário por que ainda não encontrei e tem muitos cargos de chefia que recebem menos de gratificação do que muitos recebem de vale transporte, na boa.

Anônimo disse...

Nos chamaram de golpistas! GOLPISTAS são os dirigentes da ASUFPEL, que incentivaram o movimento estudantil a invadirem uma assembléia legítima da categoria dos técnico-administrativos, que não estavam lá por obrigação, mas com o objetivo de fazer justiça e desconstituir uma decisão articulada em uma assembléia manipulada, como a maioria das assembléias promovidas pela ASUF.
Sim, foram eles que incentivaram, como estão acostumados a fazer, pedindo ajuda ao MST quando querem fazer uma invasão ou tomar uma atitude radical, de maior impacto. Sim, o MST está acostumado a participar dos embates radicais promovidos por esse sindicato, que deveria defender os nossos interesses. Durante a greve, na invasão da Reitoria, o MST foi chamado, porém não compareceu porque tinha uma outra INVASÃO mais importante para promover. Eu estava lá, e ví quando três representantes do MST chegaram em um Pálio de cor Prata e conversaram com o ADAMOLI e com o DARCI, justificando o porquê da ausência deles (MST). Não sou sindicalista, mas participei daquele movimento durante a greve principalmente a título de experiência. E agora, ASUFPEL (Adamoli, Darci...) vocês estão tentando manipular os alunos, vocês que são astutos, experientes, cancheiros, de forma a obter o voto universal. Quem é o candidato que vocês querem eleger, já que com o voto paritário nossa categoria não garante a eleição dele. Com o voto universal sim, vocês têm uma massa de manipulação, desculpem alunos, mas é isso sim que estão tentando fazer de vocês, pois os alunos envolvidos em DCE's tendem ao sindicalismo, e serão manipulados feito marionetes (sim, é isso que querem fazer com vocês). Eu estava também na assembléia e a coisa não aconteceu assim como está sendo mostrada. Por quê não mostraram o movimento dos alunos tentando invadir nossa assembléia? Por quê não filmaram do lado de fora da sala? Por quê os comentários não tem identificação? Por quê são anônimos? Esses comentários também estão tentando manipular a opinião pública. DEMOCRACIA NÃO SE FAZ ASSIM!!! Um infeliz movimento de alunos manipulados, que clamavam por DEMOCRACIA, estava tentando impedir o seu exercício, atrapalhar nossa assembléia. Por quê? A decisão da nossa assembléia não define o tipo de voto. Simplesmente nossa decisão será encaminhada e precisa ser aprovada pelo Conselho Universitário, em igualdade de condições, como a escolha de vocês e a dos professores. ISTO SIM É DEMOCRACIA. Vocês já tiveram sua escolha. Deixem que tenhamos a nossa e que ela seja legítima. A assembléia que a ASUFPEL defende como legítima, esta sim, foi manipulada, pois o pessoal interessado em aprovar o assunto de seu interesse fica se inscrevendo nas intervenções e falando bobagens que acabam promovendo o déficit do quórum, onde ao final exaustivo da assembléia, permanecem somente aqueles que irão definir a aprovação do que se quer. ISTO NÃO É DEMOCRACIA. PRECISAMOS DE REPRESENTANTES QUE DEFENDAM O NOSSO INTERESSE.

Também não vou me identificar, pois com o rumo que a coisa está tomando, tenho medo de represálias. Represália sim, e parece que estão tentando resgatar as práticas do tempo da DITADURA MILITAR, e não somos nós, os técnico-administrativos.

Só pra constar: Também não tenho função gratificada ou cargo de direção. Sou um simples "candango" sem influência ou expressão política, e posso garantir que eu estava lá de livre e espontânea vontade.

VIVA A DEMOCRACIA.

rodrigo giovanaz disse...

é possivel comentar sem o anonimo?

Mirta disse...

Gostaria de explicar meu comentário anterior, quando cheguei ao prédio da Odonto a reunião já havia começado, no entanto não consegui entrar por que o tumulto já estava acontecendo, entendo os colegas que se acham prejudicados no entanto acredito que violência só gera violência por isso gostaria de dizer que a colega Rosane encontrava-se na porta pelo lado de fora da sala tentando impedir a entrada dos alunos para evitar que houvesse mais conflitos e não o contrário como os colegas dizem, nós que haviamos chegado naquele momento tentamos acalmar os alunos que estavam no corredor. Após alguns minutos então entramos na assembléia e não sabiamos direito o que havia acontecido. Penso que não havia necessidade de socos, de tirania bastaria que escutassemos o que os alunos tinham a dizer. Xingamentos, opiniões contrárias, à favor, o que interessa é que todos temos o direito a manifestar nossos direitos, nossas opiniões, estejam elas certas ou não, sejam elas a maioria ou não. Não concordo com a postura de colegas quando perdem o equilibrio e partem para atitudes de violência. O diálago deve manter-se em nível humano e não irracional. Naquele momento o que ocorreu foi uma guerra entre pessoas, colegas de uma mesma Instituição. Eu também quero que o meu voto seja válido, mas não posso deixar de dizer que nas assembléias anteriores não compareci e no entanto não culpo pela decisão tomada afinal eu não estava lá para expressar minha opinião, agora se houver a possibilidade de reverter tudo bem, o que não podemos é culpar outros por um descaso nosso, deveriamos ter ido nas assembléias anteriores para podermos então brigar ou não. E também seria mais honesto que colocássemos nosso nome em nossos comentários, afinal não devemos temer por estarmos escrevendo o que pensamos, seria mais autêntico, honesto e verdadeiro assim como nosso caráter não é mesmo.

Anônimo disse...

Agradeço o comentário da Mirta, que relatou o que viu qdo. chegou. Também digo que me identificava o tempo todo com os estudantes que lá estavam porque esses sim estavam tentando defender a universidade. Isso é o que procuro fazer. Discutir o tipo de voto, cada um ter sua opinião a respeito, tudo bem. O que não pode acontecer é tentarem dar o golpe no sindicato. E foi isso que esse pessoal tentou fazer. A direção da ASUFPel lá estava apenas para explicar o que era aquilo. Tanto é verdade que não queria o confronto que compareceu com meia dúzia de funcionários. Os alunos que lá estavam eram os mesmos que foram a todas as assembléias dos professores e nunca houve confronto. Faz parte do movimento, e, se aqueles que lá estavam costumam frequentar o Sindicato sabem disso. Todas as brincadeiras que fizeram, desde as múcicas (por sinal, sempre criativas)as movimentações, etc. Aliás, é o que fazemos quando estamos em alguma manifestação, todos sabem também. Concordo com um ex-estudante da nossa universidade que dizia: não existem 3 categorias em nossa universidade. Existem 2. Os que se submetem e os que não se submetem.

Anônimo disse...

a alegação do ADAMOLI de que as pessoas foram por terem sido ameaçadas e enganadas é mentira, pois só assinava a lista e ganhava cartão para votar quem quisesse. E durante a assembléia e antes da votação foi perguntado a todos presentes se alguém foi a assembléia enganado penando que era da ASUFPEL e a resposta foi unânime: ninguém estava lá enganado!! Então quem serão os golpistas dessa história??? e quanto a colega Rosane... quando a colega Mirta chegou a confusão já estava praticamente acalmada...então uma pena ela não ter visto a nossa colega no meio dos estudantes atiçando-os e usando palavras de xingamento a colegas servidores!!!Lamento se ela acabou sendo prejudicada, mas se não concordasse com a invasão não precisa ter feito tanta baderna junto com os alunos!! Tanto que os representantes da ASUFPEL terminaram de se manifestar e se retiraram...mas também foram omissos ao ato isolado de alguns estudantes...talvez por terem interesse que a assembléia fosse por água abaixo né!!!
E talvez nem todos possam ter presenciado ao discurso dos alunos do lado de fora da sala:"-VAMOS INVADIR!!", "-VAMOS ESPERAR O ADAMOLI FALAR PRIMEIRO" e aí já viram, foi só o ADAMOLI terminar de falar e alguns servidores tentarem entrar na sala que os alunos se aproveitaram da porta aberta a começaram a empurrar e a chutar a porta!!! Lamento a violência tanto quanto a colega MIRTA, mas lamento a colega Rosane, a ASUFPEL e alguns alunos não terem respeitado os servidores que estavam presentes. Lamento também que tivesse uma câmera apenas dentro da sala...porque do lado de fora também aconteceram coisas importantes de serem mostradas, mas talvez não tão convenientes para quem só quer criticar a atitude dos servidores!!! será que a falta de uma câmera no corredor foi falta de planejamento geográfico??? ou foi proposital???

Anônimo disse...

Acho estranho a direção da ASUFPEL não se manifestar quanto a crítica das 30 horas, pois estes foram os maiores reinvidicadores de tal fato. é estranho os alunos e a ASUFPEL se unirem para tentar derrubar o voto paritário, e logo depois a ASUFPEL ser criticada por ter pleiteado as 30 horas! será que isso é um começo de desentendimento para na ora da consulta sobre o reitor os alunos não terem que compactuar com a escolha da direção da ASUFPEL???Quem vai passar a perna em quem na hora do voto???
e com tudo isso, com esse jogo de interesse da ASUFPEL e de alguns estudantes...quem sai perdendo é a UFPEL e a comunidade de Pelotas e região que muito usufrui da Universidade!!!

Anônimo disse...

Que vergonha os servidores tirararem a empurrões esocos o estudante!!!!!
Isso se chama violência!!!!!!!!!!!!!!!!
Uma disputa por poder em que quem ganha é uma minoria, que mantém os marajás da UFPel em cargos privilegiados, uma chacota política.
Alunos, professores e funcionários devem lutar por uma universidade para todos, e não permitir esta privatização que está ocorrendo nas universidades públicas!!!
Vergonha para categoria, uma vergonha, pois lá se sabe que também haviam pessoas interessadas num processo justo, e acabaram fazendo este escândalo e causando um constrangimento à classe dos servidores!!!!

Anônimo disse...

Os alunos que foram pra lá estão acostumados a ser recebidos nas assembléias. Mesma nas da ADUFPel, em que não se pode falar, nunca se viu professor empurrando ou xingando aluno, sempre houve respeito, apesar das opiniões contrárias. Na ASUFPel os alunos sempre são benvindos, têm espaço pra falar nas assembléias e são ouvidos quando precisam. Os funcionários que frequentam o sindicado tem educação e respeito pelos alunos. Já nesse assembléia fajuta da sexta foi tudo diferente, a manifestação dos alunos provocou o desespero de quem tava na organização e como eles tão acostumados a resolver tudo no grito, o negócio foi partir pra ignorância!
Lamento que essa seja a administração da nossa universidade!!!

Suzana disse...

Gostaria que a comunidade se desse por conta de que todos são culpados nessa história, tanto alunos quanto servidores.
Os funcionários contratados que pagam a mensalidade da asufpel têm o direito sim de participar das assembléias.
Se os funcionários querem voto paritário até mesmo para VALORIZAR seu poder de voto por que não deixar?
Qual o medo da massa estudantil e dos colegas da asufpel em querer o voto universal sabendo que serão entre 12000 alunos contra menos de 3000 servidores e docentes?
Será que não é ai que esta o grande golpe que eles julgam haver?
Pois bem eu vejo isso, que dentro desta escolha universal esta a grande idéia de manipular a massa estudantil e fazê-la votar em um candidato em específico que por acaso não seria o atual reitor não.
Interessante isso vocês não acham?

Clarissa disse...

Boa Tarde!
Olhando a filmagem feita e lendo a reportagem penso ter havido manipulação dos fatos ocorrido, esse é meu ponto de vista.
Primeiro:em países desenvolvidos sabe-se que alunos são alunos, professores são professores e servidores são servidores, portanto cada classe é uma classe e deve manter-se assim afim de manter a ordem.
Segundo: sabe-se perfeitamente em países minimamente desenvolvidos as imagens são exibidas por completo (quando são) e mostra os dois lados da verdade não apenas aquele que queremos que o povo conheça.
Terceiro:sabe-se perfeitamente que os funcionários resolveram LUTAR pelo seu direito de voto enquanto que na primeira assembléia poucas foram as pessoas que votaram por razões diversas e tão logo o resultado saiu resolveram lutar por seus direitos sim.
Quarto: os alunos acham que os servidores crêem que seus votos não valem nada. Mas é o contrário turma: são 12000 mil alunos que ficam um pouco tempo nessa universidade contra quase 3000 funcionários (entre docentes e servidores) que chegam a ficar 30, 35 anos.
E porque não dar a mesma porcentagem de importância no voto à todos?
Qual o motivo dessa guerra? Qual será o interesse das pessoas nessa guerra? Usar os alunos para eleger alguém em especial? Já pensaram nisso?
Pois eu pensei!!!

Anônimo disse...

Mas pelo visto não conseguiu chegar a conclusão alguma! Pelo que sei, fora motorista e cobrador, todo mundo é passageiro. E o grande problema é justamente esse: dividir a comunidade universitária. Na verdade, como bem disse uma servidora em reunião: existem duas categorias na UFPel: os que se submetem e os que não se submetem.

Rosane disse...

Ao anônimo que se refere a minha presença entre os estudantes: é verdade. Diferentemente de alguns colegas, não gosto de dividir a comunidade universitária. Estava, de fato, me manifestando com os alunos. Para quem está acostumado com manifestações, sabe que gritamos, cantamos, dizemos palavras de ordem, etc. nesses momentos. O diferencial é que desta vez me manifestei contra a atitude de meus colegas. Quem foi chamado de golpista (e entendo que aquele movimento era um golpe, sim) e se ofendeu é porque, provavelmente, o é. Nem todos que lá estavam eram golpistas, não tenho dúvidas. Uns foram a esta reunião porque tem cargos. Outros porque sofreram assédio moral. Outros porque acharam que o Prof. Cesar só se elege pelo cvoto paritário. Outros porque tem familiares empregados nas fundações. E alguns estavam lá porque foram enganados também. Agradeço a preocupação em relação ao fato de ter sido agredida. Não foi a primeira vez nem será a última. Alguns dirão, inclusive, que merecidamente. Quanto ao fato de ter sido filmado do lado de dentro apenas, acredito que seja porque, provavelmente, lá dentro é que estava acontecendo o mais importante. Desde uma deliberação que não era possível até mesmo a agressão ao estudante. Parabéns ao jornalista que teve a coragem de entrar naquela sala.