O asfaltamento desenfreado de ruas "históricas" de Pelotas vem causando preocupação em algumas pessoas. Um grupo de profissionais de várias áreas se reuniu na noite deste sábado para debater ações destinadas a impedir que os papalelepípedos centenários sejam sepultados pelo piche, sem critérios geográficos. E sem que o Plano Diretor esteja votado na Câmara de Vereadores.
O caso promete desdobramentos na próxima semana, com a mobilização da sociedade e do poder público. O blog esteve na reunião, somando-se às preocupações. Amanhã voltarei ao assunto.
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30 comt.:
Eis o velho dilema: Progredir ou viver do passado?
Eu gostaria de saber se fosse o partido (leia-se PT) deste "grupo de profissionais" que estivesse liderando as obras se existiriam tais reuniões...
O dilema "É" sempre mesmo e o problema é como as coisas são feitas. Preservar oa paralelepípedos centenários é válido, desde que eles também sofram a manutenção devida para não acabar com as "suspensões". Melhor ainda seria se onde quisessem preservar os paralelepípedos, proibissem a passagem de carros. Fato comúm na Europa mas idéia impensável em um país movido pelos carros de cada um (conheço gente que mora do outro lado da Bento e não vai caminhando o centro...eu confeso que já fiz isso). Agora falemos no asfalto. Não adianta asfaltar toda a cidade (com um asfalto de uma qualidade de merda - perdoem a palavra) sem um mínimo de planejamento e principalmente, de um planejamento para não afetar a rede de esgoto pluvial. Já cansei de ver capa de asfalto tapando boca de lobo nas esquinas. Outro fatos importante é que o paralelepípedo é muito mais permeável que o asfalto, outro agravante que salienta que a coisa deve ser melhor pensada. Asfaltem tudo e esperemos até a próxima chuva. A coisa, para variar, vai mais além do asfaltar ou não asfaltar.
Ué? Cine retrô a essa hora!? Vamos todos sentar e esperar a "história" de Pelotas levar comida para os lares das nossas famílias.
então que tal servir um prato de asfalto..? ah, decoradinho com folhas de eucalipto! Isso sim nos alimentará! O resultado.....
A glenda tocou em pontos muito importantes, mas quero focar em um o asfalto "de merda". O buracos continuarão com o asfalta, porque ele é simplesmente largado em cima do paralelepípedo. Temos buracos quando o piso afunda, continuará afundando, e agora vai abaixo asfalto junto com o paralelepípedo. Preparar o piso e o que está abaixo dele para receber o asfalto é caro, demorado, e não dá votos, afinal, a eleição está perto e o asfaltamento não estaria pronto. Da forma que está sendo feito, vai durar até depois da eleição e um dos candidatos poderá assumir os benefícios de ser o "pai da criança". Depois, a gente que se vire...(Sinceramente não me preocupo muito com o fato de asfaltar "ruas históricas", acho mais grave a escassez de agua no mundo, o desmatamento, os problemas que enfrentaremos em relação a biodiversidade e outras coisas). Arrumar o paralelepípedo também sai caro, não entendo muito disso, mas me parece que o correto seria retirar e arrumar a base, e isto ninguém vai fazer, então o pensamento deve ser algo do tipo "asfalto neles e eles que se virem depois!"
Aproveito o tema para perguntar: existe um plano para o trânsito? Tem algo previsto no novo Plano Diretor? Parece-me que não, porque (citando um exemplo) inicialmente a Barroso teria um único sentido, agora já mudou, vai continuar com os dois. Então não deve haver planejamento!
O ponto mais importante seria não sepultar os paralelepípedos de granito - que são material caro - e ao mesmo tempo recuperar a técnica da calceta, que obviamente se perdeu (os operários de hoje não sabem empedrar uma rua).
Ademais, o asfalto tem a ver diretamente com a escassez de água, porque impede que o solo absorva parte da água da chuva. Com o tempo, e com mais impermeabilizações do solo,... adeus lençol freático.
Estou preocupado também. Fala-se muito em transformar Pelotas numa cidade "turística". Agora, pergunto: turismo pra ver o quê? Praia, serra? Em Pelotas existe a praia do Laranjal que está poluída e a serra que existe não se compara com a da Serra Gaúcha ou Catarinense. Por fim, sobram as festas, a mais famosa era o Carnaval que já acabou há muito tempo. Assim, o turismo em Pelotas seria pelo fato de ser uma cidade histórica. A velocidade do asfaltamento (sem as medidas de segurança e sinalização necessárias) poderá realmente comprometer o patrimônio histórico e acabar com a esperança de tornar Pelotas num pólo turístico. Não tenho absolutamente nada contra o asfalto, sou contra obras eleitoreiras que poderão comprometer a arquitetura histórica e urbana da cidade.
Eu havia levantada esta discussão há mais tempo neste Blog. O dinheiro saiu em ano de eleição, deste modo foi-se o planejamento. Eu vi colocarem asfalto em dia de chuva na Gonçalves Chaves!
Só um planejamento bem feito poderia fazer com que a Prefeitura entendeste que os recursos do Banco Mundial eram para a cidade e não para campanha eleitoral.
De repente os técnicos poderiam de fato entender que repor os paralelepídos era uma decisão inteligente, pois o material já existia; facilita a drenagem; se bem colocados, proporciona conforte; a manutenção é menor; e não induz a velocidade. Mas esta ou outra conclusão, só se tivessem parado para pensar, o que não dava tempo!
Pelotas nunca será uma cidade turística enquanto você tiver que descer de avião em Porto Alegre, ir até a rodoviária, comprar uma passagem de ônibus, esperar no mínimo 45 min na rodoviária e então andar 255 km de ônibus para chegar em Pelotas. Jamais algum turista fará tamanho esforço. Eu se fosse rico, aproveitava a fama de Pelotas e criava o maior SPA homosexual do Brasil.
Sinceramente? A estética da nova pavimentação até que não caiu tão mal. São, de fato, obras que precisávamos há anos.
Turismo são prédios, praças, construções, pessoas... Claro que as ruas ao redor da Praça Coronel Pedro Osório deveriam ser resguardadas deste asfalto novo, nisso eu até concordo, mas qual o problema e o impacto negativo no turismo municipal do asfalto da Santa Cruz, da Santos Dumont, dentre outras vias?
Explorar o passado não significa e nem justifica manter-se inerte à evolução.
Bah, este papo de patrimônio histórico de novo! Claro que os casarios são inestimáveis, mas paralelepídos...! Façam o favor! Deixemos de ser hipócritas de plantão! Como muito bem disse um post acima, se quiséssemos preservar calçamento, fecharíamos as ruas, mas como estas são abertas à circulação...Deveriam estas pessoas sim debater a concessão de privilégios no asfaltamento de certas ruas em que moram membros da Administração, como por exemplo na rua Armando Fagundes com a Thomas Antonio Gonzaga, onde foram calçadas apenas duas quadras e o retante continua de chão batido. Quem conhece sabe. Desculpem o "tratado".
O asfalto que está sendo colocado é igual ao da rua Félix, ou seja, tem um bom tempo de durabilidade. E outra, se está sendo feito em ano eleitoral, é porque Pelotas foi a única das cinco cidades que teve seus projetos tramitados e aprovados pelo Banco Mundial. As outras, Bagé, Santa Maria, Uruguaiana e Rio Grande, estão com dificuldades porque ou estão no "spc" das prefeituras ou não foram competentes nos projetos.
Portanto, busquem informações antes de falar o que não sabem...E já era tempo da cidade ter uma cara menos velha.
abraços e parabéns pelo blog
Li o comentario do Blog do Capeta... um posicinamente extremamente simplista... nem parece coisa de quem gosta de pensar...
A guestão não é dispensar o asfalto, mas sim pensar onde ele deve realmaente ser colocado...
Diante de tantas necessidades basicas que existem na cidade, começar pela pedra regular do centro da cidade em ano eleitoral não me parece uma atitude progressista e sim eletoreira...
É como ter uma casa com taboa corrida no chão, por carpete ensima invéz consertar as goteiras... num primeiro momento até pode dar uma sençação de progresso mas com o tempo vamos ver que trocamos um piso de material nobre por uma maquiagem. Assim pusemos dinheiro na obra errada...
O lençol freático dessa cidade é muito superficial o que a faz iniundar em cada chuva um pouco mais forte, mesmo com um calçamento permeável como a pedra, que agora estamos impermeabilizando... Isso tambêm vai significar alteração no clima pois o asfalto vai tornar o centro mais quente e abafado... sera ele realmenbte a melhor alternativa para aquela arêa??? não existem outras que realmente estão precisando dessa pavimentação???
Quanto a historia de Pelotas não por comida no prato... Põe sim e pode por mais se o investimento em turismo for levado a serio... Existem cidades em MG com patrimonio historico menor que o de Pelotas que vivem só do turismo... Isso da emprego diretos e indiretos para muita gente... Sem falar que abrir mão das nossas referencias históricas promovendo assim o nosso aculturamento...
É só observar o que está acontecendo agora na cidade para perceber que o eixo central vai mudar em função da mudança da universidade para o porto... com Shoping estacionamento criando assim um novo foco de deslocamento... O plano diretor está sendo votado agora na Camâra e essa atitude... "O ASFALTO É PROGRESSO"... só faz com que aceitemos de bom grado, sem questionar, medidas que no futuro podem nos custar muito caro...
Que outras alterações estão por vir??? Qual o critério de uso desse dinheiro que só apareceu no ultimo ano de governo??? ISSO É O PLANO DIRETOR...
Mas se isso realmente te parece retrô relaxa e vai curtir...
Eu prefiro me informar sobre o assunto para não ter que conviver com o resultado de da preguisa de pensar...
Acho que o papo de "grande potencial turístico" de Pelotas é conversa pra boi dormir, acredito que podemos receber um número razoável de turístas sim, mediante melhorias, mas nada que vá mudar nossa vida...
Agora, importante é o comentário do Vidal e da Andréa sobre o lencol freático e a impermeabilização do solo com o asfalto, o que parece ser um ponto para muita preocupação. Naturalmente a prefeitura não fez um estudo de impacto ambiental confiável, e o asfalto está colocado Pergunto para quem entende do assunto: o que podemos fazer a partir de agora?
Calçando o caminho...
Penso não haver nenhuma contradição, dilema, entre progresso e valorização do passado, ou melhor, valorização da história e da cultura socialmente construídas; Este meu pensamento pode ser sustentado na observação de modelos estabelecidos em municípios menores que Pelotas, aqui mesmo no interior gaúcho, especialmente os localizados na região serrana do estado, ou indo mais adiante examinando alguns municípios do interior do estado de Minas Gerais. Em uns e outros a sociedade se organiza de forma a no presente construir a vida futura levando em consideração os feitos passados que preservados podem garantir um progresso sustentável onde o crescimento econômico se faça junto com o desenvolvimento social, claro defendendo
o meio-ambiente.
Esta é uma discussão que em tempos de globalização, mecanismo criado para resolver a crise do capitalismo expressa na estagnação dos lucros desejados pelos que possuem os meios de produção, busca pelo pensamento único, onde a cultura é colocada a serviço da economia, estandardizar culturas e história em todos os lugares do mundo esta sendo feita em todas as partes do planeta. É portanto algo bem maior do que a visão pequena, simplória até, de quem só consegue ver uma divisão bipolar que coloca em lados opostos os petistas e os não-petistas. Primeiro porque vamos combinar isso sim é de um conservadorismo extremo, que alias pode ser visto no processo de empobrecimento que estamos vivenciando desde os finais dos anos 80 do século passado; Segundo que petistas e não petistas na medida em que se alternam na administração do município tem se mostrado enquanto projetos e concepção de organização social bastante similares – voltados para o mercado, atentos a responsabilidade fiscal sem preocupação alguma com os aspectos socio-ambientais; terceiro porque em Pelotas existe vida inteligente, autônoma, de gente que vive de seu próprio trabalho, no meu caso sou funcionário publico federal cujo ingresso no serviço publico se deu via concurso publico, que não querem viver esta falsa polêmica estabelecida entre os velhos conservadores e os conservadores novos. Nossas reuniões vão continuar e saberemos em defesa dos interesses da cidade de Pelotas estabelecermos caminhos superando os obstáculos criados pelas praticas e discursos nazi-stalinistas baseados na mentira (que dita muitas vezes se transforma em verdade) e na desqualificação da fala daqueles que lançam um diferente olhar sobre o local e global.
Não nos consideramos os únicos capazes de atuarmos nesta frente, esta é uma preocupação que faz parte do nosso cotidiano, somos pessoas que trabalham com História, Cultura, Arte, Meio Ambiente, entre outros, e buscamos o diálogo com todas as pessoas independente de religião, etnia, gênero, classe social, time que torce, clube que freqüenta ou mesmo filiação partidária, desde que estas estejam interessadas em aprofundar um debate em torno do que desejamos para Pelotas enquanto a cidade na qual moramos e estabelecemos nossas relações sociais.
Existem questões que naturalmente se colocam em nossa pauta por exemplo:
Nossa cidade tem sido buscada para localizações de filmagens cinematográficas e publicitárias em função das caracteristicas da cidade que passa por seus imóveis históricos e do entorno destes que incluem o calçamento, estes inclusive recebem atenção do IPHAN e do Projeto Monumenta. No momento mesmo em que isto esta acontecendo são gerados empregos e renda para profissionais locais, empregos e rendas que podem se multiplicar na medida em que considerarmos que a difusão destas imagens podem fazer com que se desenvolva o que hoje esta sendo chamada de industria limpa ou seja o turismo, alias qual a posição do secretario de turismo do município frente a isso? quem sabe possamos descobri-la em um dos intervalos dos exercícios que este pratica com sua prancha de surf na praia do cassino.
Nos chama também bastante atenção o fato de que em sendo asfaltadas e as ruas acabam sendo impermeabilizadas o que em outras cidades tem sido a causa de cheias e enchentes que tem por conseqüência transtornos principalmente as camadas mais empobrecidas das cidades. Será que um estudo mais atento não nos dirá que este dinheiro é melhor aplicado nas áreas da cidade onde saneamento básico e urbanização se fazem mais necessários?
Pensamos também que buscar a reativação do porto de Pelotas, em sua atividade portuária é de um atraso absoluto; que navios atracariam por aqui? Dariam estes o mesmo movimento, tão intenso, que tem o nosso aeroporto? Ao contrario se buscarmos dar ao porto uma função histórico, cultural e artístico não acabaríamos aumento o movimento do aeroporto a renda e o emprego na cidade?
Voltaremos ao assunto.
Em tempo, considero que retrô é vermos nossa cidade com cada vez mais crianças abandonadas em nossas ruas; é vermos um grande percentual de nossa população, jovens talentosos, morrendo sobre o asfalto que escondem nossas pedras pelo uso de pedras, estas de crack. E tudo isso em nome da modernidade. Uma agora pós modernidade conservadora que quer uma cidade global construída pela mentalidade ainda escravocrata das frações da elite que lutam pelo poder local.
Engraçado que nunca vi ninguém reclamar ou debater os tenebrosos remendos de asfalto sobrepostos à depressões ou crateras dos centenários paralelepípedos. Aliás, eles ainda pululam por aí compondo nosso cenário histórico. Ainda é tempo!
Bom mesmo é caiar o meio fio (ou meio feio?).
Bom, de um modo geral, acho que há locais que realmente não seria interessante ter asfalto. Um exemplo: o entorno da praça Cel Pedro Osório.
Outra coisa diz respeito a função de direcionamento de fluxo de tráfego a partir do asfaltamento.
É um técnica bem básica propiciar melhores condições de tráfego (por ex. asfaltando) para induzir que os motoristas utilizem mais uma determinada via. Contudo, pelo que se vê, realmente acho que isso não foi planejado aqui em Pelotas. Deveria haver um planejamento envolvendo todas as ruas do centro, asfaltando algumas de maior potencial (ou capacidade)reservando-as para deslocamentos maiores e deixando outras, somente para tráfego local.
Nesse planejamento, também deveria-se prever a proibição de estacionamento em algumas ruas. Todo esse planejamento deveria partir do dept de eng de tráfego da Prefeitura, se bem que acho que tal dept não existe, senão não haveria a fatídica onda vermelha nas sinaleiras da Bento.
Por fim Rubens, sugiro uma matéria sobre a qualidade de execução desses serviços. Pelo que vi em alguns locais, vários procedimentos básicos de execução não estão sendo observados. Aliás, nunca vejo fiscais da Prefeitura controlando a execução. Seria interessante vc ir atrás para ver quem fiscaliza e como fiscaliza. Tenho até fotos e filmagens da má execução. Se quiseres, te envio para colar aqui.
Um abraço
Acho que poderia ser um bom material. Se o anônimo puder disponibilizar o material seria interessante. Ele pode ser um ponto de partida para coisas maiores e com total interesse da população. Quem sabe?
João Vinhas
Estou de acordo com a observação sobre os remendos feitos com asfalto no calçamento.
Puxa! Aquilo sim é que era aberração. Como foi feito na administração passada, os que agora criticam, nada falam.
Bota monstruosidade naquilo!
As famílias que moram nas áreas públicas das areias do Laranjal, usufruindo do local, mal-disfarçando "com bares".
Um deles possui carro e garagem. Uma vergonha. Tentei falar com a Procuradoria Geral, a fim de saber das concessões, do aspecto legal da coisa toda, se existe alguma ação judicial e nada. Isto tudo está poluindo ainda mais nossa Lagoa, além do visual totalmente prejudicado. Não posso entender o que existe por trás disto e esta falta de vontade política e competencia. Um abraço, soube a pouco deste blog, e gostei. Roger.
Meu comentário acima saiu pela metade e ficou sem nexo no contexto. Roger
Pelotas é uma cidade de prédios históricos e nunca vai conseguir sobreviver só com isto. Já foi o tempo de viver do passado...nenhum turista vem aqui pra ver paralelepípedo e sim, pra ver os prédios restaurados e que alegram qualquer pessoa mais desavisada no seu dia a dia. A cidade está ficando mais bonita, mais cuidada, não importa se é ano de eleição. Houveram outras eleições e nunca fizeram nada.
Àqueles que só sabem criticar não ajudam em nada à cidade. O que temos é que plantar árvores e flores e conservar as praças e criar mais outras pra que absorvam o impacto da modernidade.
Criticam a prefeitura mas não cuidam de suas árvores na frente de suas casas e nem do seu próprio lixo que se esparrama pela calçada e galerias e a culpa é do prefeito? O que falta é educação e vergonha na cara de quem não faz nada de útil pela cidade e se acha no direito de criticar.
Vejo que o amigo muito admira o prefeito e tambem ama as arvores... Pois saiba, se é que o amigo naõ se lembra que foi o pai desse nosso prefeito que tirou os Jacarandas da Osorio... Aquilo sim era arvore bonita... Dava gosto de ver aquela Osirio tapada flor de flor era um tapete roxo... Mas em nome dessa mesma modernidade o que uns achavam tão lindo os outros achavam sujeira... Fico pensando, o que vão pensar disso daqui a uns anos... Ai é que a gente sabe se a obra foi boa... Mas cristo chamou Pedro de pedra não de Asfalto...
Mas cristo não andava em Pelotas de carro, não é meu caro? E usar Seu nome neste debate...
Sou engenheira civil e fico lendo esses comentários e penso: sera que Pelotas, com tantas Universidades, não consegue realizar estudos sobre a melhor opção de pavimentação para as ruas?
Pelas características de solo o paralelepípedo, como é colocado, não é recomendado e o asfalto gera maior impacto ambiental. Enquanto isso os buracos....
VC NAUM DEVE TER CARRO KARA....SE VC KER FICAR NO PASSADO;;;;;FIKE SOZINHO.
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