
Em 23 de Outubro de 2005, em referendo nacional, os brasileiros disseram NÃO à questão:
"O comércio de armas de fogo e munição
deve ser proibido no Brasil?"
Com abstenção de 22%, o resultado final da consulta popular foi de 64% para o Não e de 36 % para o SIM. Os defensores do NÃO apresentavam, como um dos argumentos, "que os assaltantes se sentiriam mais 'à vontade' sabendo que a população está desarmada".




4 comt.:
É uma pena que os brasileiros tenham optado por esta decisão.
A linha de pensamneto quye leva a ela é, aliás, bem pior a própria decisão. Um pensamento anti-civilização, o qual tem uma lógica de que cada pessoa deve estar armada e assim todos se respeitariam. Pobre do lugar onde só os armados são respeitados. Velho Oeste, é isto que o BRASIL está se tornando! E com o apoio da maioria.
Quando me provarem que o que sai de dentro de uma arma pode fazer bem ao ser humano, aí eu apoiarei as armas.
O cidadão de bem está impedido de se defender.
Quem necessita andar armado por necessidade precisa passar por um "pente fino" na Polícai Federal.
Taxas caras, entrevista psicológica, etc. Prazo de validade, arma registrada, uma burocracia enorme para poder se defender de um bandido.
Esta desigualdade só elevou a criminalidade como demonstra a "charge" acima.
O pior, é que alguns crimes acontecem com armas alugadas, igual a um aluguel de automóvel.
Fica fácil desvincular o nexo legal de posse e indício.
Nunca se trabalhou tanto para o bandido neste país. Nas casas de segurança máxima funcioanam os "pentagonos" das ações criminosas. Escritórios blindados para reuniões estatégicas. Crime sob proteção. Ai de nós...
No dia 26 de outubro também diga não a gatunagem.
Realmente, com o governo Yeda e ultimamente seu secretário cel. Mendes recomendando que o cidadão se defenda (como pode, do jeito que der), fica difícil cobrir a falta de investimento estatal em polícia.
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