
Nas ruas da cidade molhada
Eu ando a falar bobagens e a divagar.
Devagar ando sob o luar
Que em outras cidades não há.
Há que saudades Bento Gonçalves
Lotada e a gurizada no bar.
Descer pela Andrade, no Porto chegar
E botar papuera no ar.
Nas tardes de Junho provar alguns doces
E sentir o inverno chegar.
Roupas de lã, mate, ponche e lareira
Na casa da vó esperando minuano sobrar.
Em Santa Terezinha, domingos
Da infância, como é bom recordar.
Velejando Fragatas foi nesse pedaço
Do sul aonde vim ancorar.
Pelotas um pouco de ti tenho em mim,
Não importa onde andar
Levarei-te no meu pensar.
Dizem que sou louco!
Posso sair por aí,
Mas é para cá que quero voltar!
A minha querida Satolep!!!!

Fábio Gonçalves Zündler, 28 anos, natural de Pelotas, trabalha na área de Mecânica Industrial, mas nem por isso funciona por engrenagens. Escreve textos e poesias nas horas vagas, posta os mesmos em seu blog "Insanos Caminhos do Pensamento"





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1 comentários:
Olá! Obrigado Rúbens Filho pelo apoio e a postagem de minha poesia e te desejo sucesso no amigos de Pelotas e o que precisares estou as ordens!Abraço!
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