"A senhora tem uma moeda?"
Eu não sou de dar esmolas, mas estava animada com o carro novo que comprei, e quis repartir a felicidade. Estendi R$ 10 à mulher.
Ela agradeceu: "Deus lhe dê em dobro".
Fiquei muito animada com a perspectiva de faturar R$ 20 uma hora dessas, caídos do céu. Vou manter minha bolsa bem aberta enquanto caminho, mesmo na chuva.
A colunista Lolita Naja, autora da coluna Menina veneno, é ferina como ela só. Seus amigos a amam de paixão, mas vivem com medo de que morda a própria língua, pois certamente morrerá envenenada. Ela escreve quando suas presas estão com veneno pingando de excesso.




4 comt.:
Desconfio que conheço tal mulher que, estrategicamente, fica na saída de bancos. Talvez tenha virado um "way of life" ou profissão.
Ela é uma visionária. Afinal, a principal desculpa, "não tenho nada", não cola, pois o sujeito abordado acaba de sair de um banco.
Nada como o bom e velho pioneirismo.
Quem não é capaz de se valorizar e prefere a indignidade de ir pedir esmola não merece receber esmola!
Quanto aos 'incapazes' existem programas e auxílios do governos a que tem direito, logo...
é, eu concordo com o anonimo aí de cima, tem um sr. que tem um problema na perna e que fica em um sinal pedindo. O tanto que ele caminha por dia de carro em carro, podia muito bem trabalhar em alguma função de menor esforço.
Esse senhor troca a cada dia de esquina ... e dá nojo de ver...quantos piores que ele necessitam de ajuda? E aqueles que poderiam se candidatar pro Tholl?
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