O Globo
O piso salarial dos professores, que é questionado no Supremo Tribunal Federal por cinco governos estaduais e enfrenta resistências nas prefeituras, vai subir de R$ 950 para R$ 1.132,40 - aumento de 19,2%, retroativo a janeiro. Pelo menos é o que está previsto na lei do piso, que contém uma fórmula de reajuste atrelada à elevação do valor mínimo por aluno/ano do Fundeb, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica.
Diante da divergência legal em torno da adoção do piso de R$ 950, professores e parlamentares temem que o valor reajustado venha a ser ignorado por governos estaduais e municipais. A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação (CNTE) já ameaça fazer greve nacional, em abril ou maio, para reivindicar a aplicação do piso, com reajuste ou sem.
- Vai ser uma guerra para que essa lei vingue - diz o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão.
Após a vitória parcial dos estados no STF, no ano passado, foi criada uma frente parlamentar mista em defesa do piso.
- A expectativa é que o reajuste seja concedido, mas não temos ainda confirmação - diz a coordenadora da frente, deputado Fátima Bezerra (PT-RN).
O piso vale para quem trabalha 40 horas por semana. Com a transição, quem ganha abaixo do piso deveria receber este ano dois terços da diferença.
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5 comt.:
O dia EM que os gestores acordarem para a estruturação do ensino, poderão perceber os resultados e o que significa verdadeiramente uma revolução e o papel de um estadista. Antes disso, nota ZERO para os fisiologistas irresponsáveis!
Rubens, faço-te um pedido e sugestão.
Divulgue o nome dos deputados na votação do veto e abra espaço à todos para defesa de seu voto e opinião sobre o piso. Para que possamos conhecer melhor o que pensa aqueles que representam os interesses do povo.
Obrigado.
O Governo gasta com cada apenado o dobro do piso do magistério.
Sustentar o criminoso pode a educação não.
Nesta hora o Estado é o alicerce do crime. Para que escola, o crime dá mais, dentro ou fora das grades.
O povo está em prisão domiciliar, com medo.
Vamos ser sinceros e parar com discursos hipócritas: Desde quando a política (não somente a brasileira, mas tbm a mundial) está preocupada com investimentos com a educação? Muito menos com o salário de professor (em Pelotas, o salário padrão do professor municipal concursado nem chega a R$300,00).
Como se pode pensar que um salário desses não seja adequado?
Se o Estado não tem meios para pagá-lo, reforme-se o Estado, já!
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