"Há 40 anos fiz um pacto comigo.
Durante esse tempo, sempre me
neguei a receber homenagens".
Aldyr Schlee,
Aldyr Schlee,
escritor e professor universitário, ao receber o Prêmio 300 Onças
do Instituto João Simões Lopes Neto, na noite desta sexta (3), depois
de resistir a receber a honraria, em carta ao Instituto, e de
mudar de opinião, em deferência aos que insistiram em homenageá-lo.


6 cmt.:
O Blog poderia entrevistar o Schlee que é uma figura interessantíssima e aprofundar visões como a mencionada. Creio que Schlee dispense homenagens que se aproximam de confete desnecessário, o que difere de prêmios literários. No caso das "300 onças" penso que falou mais forte a referência ao Simões Lopes Neto.
Grande Schelee
A idéia de entrevistálo é ótima.
Mas,dependendo de sua inspiração, o Rubens não publicará quase nada.
Que publique-se o pouco que ele tiver a dizer, afinal tem tanta gente que fala muito e não diz nada.
Schlee merece a homenagem, não apenas por sua competência, mas ainda pelo nobre sentimento que sempre manifestou pela obra de J.S.Lopes Neto. Faz muitos anos que acompanho a jornada na terra desse ilustre filho de Jaguarão. Sempre irretocável, não houvesse uma 'particularidade' na famosa 1ª greve da UFPEL. De qualquer forma, errar é humano e perdoar é divino! Parabéns ao homenageado!
Gosto muito do Schlee. Ele é uma das referências intelectuais de Pelotas.
Suas qualidades como literato e professor são inegáveis.
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