No passado, uma das grandes "contribuições" dos donos de veículos de comunicação em Pelotas foi contratar a rodo como 'jornalistas' pessoas com baixa escolaridade. Eram mais baratos, fáceis de manejar, dóceis aos interesses do patrão - alguns desses, até hoje, lambem as botas dos empregadores, verdadeiros lacaios, capazes de se agacharem, como um tapete da lacoste, para que os patrões passem por cima.
Isso explica, em grande parte, a má qualidade do jornalismo pelotense. Há jornalista até hoje, alguns deles editores, que sequer possuem o primeiro grau completo. Outro dia um editor de esportes, com mais de 50 anos de idade, concluiu o supletivo de segundo grau.
Vários donos de veículos pelotenses, eles próprios carentes de formação superior e cultural, sempre tiveram medo dos jornalistas com grau superior, altivos e críticos. Sentem-se melhor convivendo com 'subalternos' que precisam deles para viver. Resquícios da aristocracia rural, que ama dar ordem em peão.
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20 cmt.:
É Rubens, se a editoria de esportes é conduzida por um iletrado, te convido a escutar a RU a rádio do BISPO (aquela que dá o resultado do jogo do bicho), principalmente depois das 22 horas para ouvires o festival de boçalidades numa emissora que está dentro de uma universidade com curso superior de Jornalismo onde possívelmente não há um loucutor, comentarista com formação para tal.
Tu não vai receber prêmio, nem vai ser bajulado por uma coluna que só serve para autopromoção. essa é Pelotas, onde abriga uma comunidade de oportunistas.
Na verdade mantenho um espaço esportivio em um jornal. Estou promovendo um espetacular show de Nelson Ned. Compre o ingresso logo pois restam poucas mesas... Sou um ex-nada que foi ungido a jornalista de um periódico centenário local. Procuro um grupo musical bem baratinho que possa o acompanhar este grande artista. Alguém conhece? ihihhihih
Fiquei sem palavras para comentar: PERFEITO!
O comentário acima me fez lembrar uma frase emblemática que seguido dá na RU e que demonstra o baixo nível intelectual e aristocrático da rádio: "CHOOOVE NA PRINCESA DO SUL"...Enqto continuarem chamando a cidade de Princesa, vamos continuar na lama! A Monarquia já acabou...
Com as novas mídias surgindo todo o dia, a tendência é que as AM desapareçam daqui a algum tempo. Muito também por culpa delas pois não renovaram-se e as rádios de Pelotas são o maior exemplo. Como escreveram acima, uma desgraça a linguagem, a programação etc.
qualidade das rádios AM de Pelotas é de doer. Todos os apresentadores limitam-se a ler os jornais. Não há a menor preocupação com a instantaneidade da notícia local. Nas entrevistas, o apresentador está mais preocupado em expor o seu ponto de vista (normalmente na base do "eu acho que...") do que o do entrevistado. Abro uma exceção: ao Henrique Pires, na Rádio Pelotense.
As rádios de Pelotas são muito utilizadas para eleger vereadores.
Um profissional se define na qualidade do seu trabalho. Há poucos em Pelotas realmente qualificados em jornalismo. Parabéns pelo comentário, uma verdade evidente.
Bem, se isso serve de consolo para o pessoal de Pelotas, aqui em Rio Grande é exatamente assim...
Aliás, sou de Rio Grande e acompanho diariamento o blog e ressalto que aqui os problemas são muito parecidos... Será por causa da influência geográfica ou da cultura provinciana que compartilhamos?!
Bem, se isso serve de consolo para o pessoal de Pelotas, aqui em Rio Grande é exatamente assim...
Aliás, sou de Rio Grande e acompanho diariamento o blog e ressalto que aqui os problemas são muito parecidos... Será por causa da influência geográfica ou da cultura provinciana que compartilhamos?!
No dia 11-07-2010, no comentário de esporte do Diário Popular, foi publicado um artigo copiado do amigos de pelotas, escrito por mim e também publicado no livro amigos de pelotas em 2009.Só que foi apresentado com autor o Sr. Alexandre Bório, codinominado pelo autor da matéria como o ¨Kbssa¨.
Estranha essa necessidade de copiar escrito dos outros, né?
Para mim o rádio é insubstituível. Escuto-o de manhã e a noite antes de dormir. Infelizmente, como já foi dito, temos programas que necessitam ser melhor analisados pelas direções das rádios, mudando seus modelos. Alguns exemplos: A RU possue, no seu programa de entrevistas de manhã, um maldito temporizador que corta e abrevia a palavra do pobre do entrevistado. Presumo que seja a única rádio no país que usa desse artifício para economizar conta telefônica, quando o correto seria o próprio apresentador controlar o tempo e forçar, delicadamente, o final da entrevista. Em outra radio, de manhã, assistimos a um festival de viúvas e um vereador, elogiando-o infinitamente, destacando seu penteado, sua pose, suas roupas e por aí vai. Sem falar nas intimidades que a pouca gente interessa que são relatadas ao vivo. O tempo dos comerciais é extremamente longo e cansativo, pois alguns textos são lidos a velocidade de metralhadora. Pobre do patrocinador. Por essas e outras que acabo mudando o dial para a Radio Gaucha ou Nativa de Rio Grande que tem modelos modernos de fazer rádio e jornalistas capacitados que apresentam as notícias de forma dinâmica e instantânea. Destaco também o programa do Henrique Pires a partir das 23hs.
Alguns dos semi-analfabetos contratados pelos donos dos veículos, se perderem o emprego, passar necessidade. Para eles, é tudo e por ele fazem tudo.
Comparar os lacaios urbanos com o meio rural é uma ofensa contra os homens do campo.
Um fazendeiro gaúcho sabe que não pode dar ordens pífias só pelo gosto mandar. O peão - também gaúcho - não obedeceria.
Noutro lugar do mundo, nalgum meio rural surreal, pode ser que aconteça assim.
Onde eu mais tenho visto chefes repartindo ordens enlouquecidas só pelo prazer de ver-se obedecido tem sido em Brasília.
É Rubens, para ser "apenas" jornalista, deveria ser exigido curso superior, mas para ser Presidente desta república, não necessita ter o ensino médio. Dá no que dá.
Fazer o quê, se tem radialista que troca "prestígio" por café da manhã, almoço e convites. Onde ler jornal, bater na prefeitura e pronto socorro e doar cadeira de roda é o ápce da audiência e da razão (e rentável para o futuro político). Onde algumas transmissões esportivas e suas preliminares parecem mais diálogo de loucos ou confusão de boteco (uma gritaria só),quando não surge notícias mirabolantes. Onde todas estas situações são louvadas e reconhecidas como grandes trabalhos...
Há tempos o rádio em Pelotas vem na U.T.I, no limiar da morte.
Meu vizinho aqui é produtor rural e é muito claro: se ele tem empregados de 30~40 anos de carteira os quais trata com respeito, ele sabe de muitos colegas dele que tratam seus empregados abaixo de xingamentos e humilhações o dia todo.
Não é privilégio do homem do campo.
Estagiando em um cortume, analisamos o processo e os pontos de estrangulamento na produção. Consultoria gratuita, oferecida por convênio.
O dono do cortume não deu nem bola, ele também preferia manter seu estilo que era passar os dias a xingar seus infelizes empregados.
É um modo de vida, uma maneira de ser de alguns.
Com certeza jamais vão virar uma Tramontina.
Fico pensando como sobrevivem estas rádios. Quem anuncia nisso? só pode ser dinheiro governamental. Acho muito engraçada a programação de todas. Tem até "horóscopo do dia". Na verdade é só conseguir um patrocínio que pode virar apresentador. Alguns rogramas duram o tempo do patrocínio. Fico pensando na RU. Tem "especialistas" rural, que nunca deve ter passado da quinta página de um livro que é o senso comum em forma de gente. O mais surreal é a UCPel tem curso de jornalismo. Alguns chegam a fazer o curso mas de nada adianta pois não foram alfabetizados corretamente. Rádio resiste por mais alguns anos. De 40 anos para trás, a excessão do esporte, ninguém escuta...podem acreditar
E o programa aquele da manhã na Pelotense que as viúvas ficam ligando pra lá pra ficar de assanhamento com o locutor e os cabos eleitorais ligam pra lá pra pra destacar os "bacanas" e pra elogiar o Prefeito?Tudo combinado.
E o programa aquele na RU na primeira hora da tarde?Programinha tendencioso de fazeção de cabeça.
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