Confusão interrompe concurso da UFPel

Todas as matérias do concurso da UFPel com problemas

 PROBLEMAS EM CONCURSO 

Um concurso para técnico administrativo da UFPel acabou em confusão na manhã deste domingo. O problema, segundo candidatos e uma mãe de candidata ouvida pelo Amigos, foi aparentemente desorganização.

No ICH (Instituto de Ciências Humanas - e local de prova), por exemplo, não havia número de cadeiras suficientes para abrigar todos os candidatos nas salas. De repente, 200 pessoas se viram numa sala com 70 cadeiras e o mau-estar teve início. Em outra sala o caso teria sido mais grave - havia 60 cadeiras e, num documento relativo àquele espaço, a previsão de 247 candidatos - disse uma candidata.

Às 8h30, meia hora depois do horário marcado para início da prova, ainda havia candidatos circulando pelos corredores do Instituto, alguns delas em filas para entrar nas salas. A prova foi entregue depois das 9h.

"Um fiscal subiu numa das cadeiras e começou a gritar para que fizéssemos a prova. Mas não havia clima. Quando entrei na sala, o fiscal não conferiu meu nome na lista, me entregou o cartão-resposta e mandou sentar em 'qualquer lugar', disse a candidata.

"Na sala, não havia higiene, havia cheiro de cimento, pois as obras no auditório estão inacabadas", acrescentou.

Muitas pessoas saíram das salas assim que receberam a prova e foram para a rua protestar. Alguns candidatos deixaram as salas com os cartões de resposta na mão e, da rua, gritavam as respostas para os candidatos que ainda insistiam em fazer a prova.

Com a gritaria, muitos candidatos que insistiam em fazer a prova desistiram.

Segundo alguns candidatos, os fiscais não controlaram entrada de pessoas com celulares ou relógios.

"Ouvi de pessoas que havia candidatos indo ao banheiro sem fiscal acompanhando. Havia somente dois fiscais para mais de 200 candidatos na sala onde fiquei. Um grupo de pessoas foi à polícia fazer BO (Boletim de Ocorrência)", disse uma candidata.

Facilidade para espertos

O candidato V. B. registrou no facebook:

"Achei o concurso desleixado, com questões extremamente fáceis e uma facilidade absurda para os espertos que quisessem colar de alguma forma.

Se realmente houve isso, cabe uma ação com toda certeza.

Acho um desrespeito o pessoal usar celular e usar o google.

Te digo que com 10 minutos de acesso a internet eu acertaria a prova inteira sem muita dificuldade.

Se de fato isto ocorreu, a minha expectativa de acertar 35 questões ao menos vai por água abaixo, pois qualquer um com consulta, mesmo que rápida acertaria praticamente a prova toda.

Gastei tempo e dinheiro para me preparar, fico triste com toda a situação".

A fiscal não quis ficar com meu celular

V.B. diz que fez curso preparatório pago para tentar conseguir uma das 54 vagas do concurso. Eram 10.500 candidatos.

Ele fez prova na UCPel e diz que estranhou desde o começo, pois entrou e circulou sem ser interpelado no prédio.

O segundo espanto veio em seguida. "Subi ao 4º piso, local da prova, ofereci meu celular à fiscal na porta, mas ela não quis ficar com o aparelho..."

Segundo V.B, todos os candidatos tinham acesso a celular.

"Na hora de começar a prova, com as provas já sendo distribuídas, uma garota ao meu lado ainda mexia no celular, digitando algo. Eu abri os braços para a fiscal, que só então pediu à garota para parar".

V.B. diz que a prova não tinha timbre do Instituto Saber, responsável pela aplicação da prova.

Para completar o clima, a prova, datada de 13 de março de 2011, no texto inicial, fazia referência elogiosas ao senador Demóstenes Torres - hoje envolvido no escândalo Cachoeira, parceiro do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

"No meu caso conseguimos fazer a prova, mas nessas circunstâncias frágeis. No final, antes de sair, pedi para ir ao banheiro. Foi um teste. Pois me deixaram ir ao banheiro sozinho, nenhum fiscal me acompanhou. Se eu quisesse poderia ter consultado uma calculadora, acessado a internet e buscado respostas a alguma questão pendente. Minha sensação no final foi esta: de desorganização".

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36 comentários:

Marco disse...

O concurso estava num nível varzeano.

Não havia indicação das salas, somente na porta delas escrito com caneta, n tinha tempo mínimo para levar o caderno de questoes, haviam mtas classes de canhoto q tiveram q ser trocadas na hora, qndo se ia ao banheiro ninguém acompanhava, n foi marcada a hora exata de início da prova e mtos etc.

O tal Instituto Saber ficou devendo mto na organização.

Anônimo disse...

olha o vídeo da muvuca... tá no YT
http://www.youtube.com/watch?v=4rpZmD7_MMk

Joyce Porto disse...

Fiz prova no Colégio Pelotense.
Lá foi tranquilo.
Os fiscais de corredor acompanhavam até o banheiro e o fiscal de sala solicitou que os telefones fossem desligados (inclusive que as baterias fossem removidas).
Entretanto, senti uma certa desorganização.
Para alguns o fiscal solicitava a ficha de inscrição, para outros não.
Não havia tempo mínimo para sair da sala com o caderno de provas, como sempre ocorre em concursos.
As classes não eram marcadas com o nome do candidato, como geralmente se vê em provas deste tipo.
Quando entrei na sala perguntei onde deveria sentar e o fiscal disse: "onde quiser".
Diversos canditados trocaram de lugares antes do início da prova sem que houvesse oposição do fiscal.
Na minha sala havia uma candidata canhota e nenhuma classe especial para ela.
Lamentável.

PLOC disse...

Confirmo aqui muitas das informações prestadas por outros candidatos. Fiz prova na sala 8. Ao chegar ao prédio havia uma fila que dobrava a quadra pela Rua Tamandaré. Após uns 10 minutos de fila, como não havia a informação antecipada através do site referente a sala onde deveria prestar a prova, assim como os demais fui até um mural improvisado pela empresa "Saber", o qual estava incompleto e onde, assim como outros Marcos e Marco podem muito bem declarar, não constavam nossos nomes, após consulta uma senhora de estatura baixa usando crachá de Coordenadora disse que resolveria o problema. Passados mais 10 minutos, ela não resolveu, sendo-me informado e aos outros Marcos, que faríamos prova na sala 5, equívoco, nossa sala era a oito. Lá tb estavam vários candidatos apertados, deixava na mesa celular quem quisesse. O edital tb dizia que deveríamos receber o cartão-resposta ao ingressar na sala, mas isso não ocorreu. Deixei meu celular desligado desque que entrei no prédio, mas depois de tudo me senti um idiota. Após, talvez uma hora de prova, ainda era difícil realizar a prova devido ao tumulto e gritaria no andar térreo, vários candidatos da sala pediram para registrar na ata da sala 8 que estava muito difícil pensar com aquela zorra toda. Ficamos sabendo pela fiscal de sala que tínhamos iniciado a prova por volta das 9h e que teríamos até às 13h para realizá-la, mas sair com o caderno somente quando estivesse findo o tumulto no andar de baixo. Tb vários candidatos da sala saíram para ir ao banheiro e sem acompanhamento de nenhum fiscal. Esse concurso foi um horror, espero sinceramente que as provas possam ser realizadas novamente e que o contéudo da mesma seja melhorado, pq parecia prova arranjada. Em 2008 fiz concurso para a Prefeitura de Pelotas, nível de 1º Grau e a mesma foi bem mais difícil do que essa.

Anônimo disse...

Sentar onde quiser não chega a ser problema, ocorre em vários concursos. As questões de não retirarem os celulares, não acompanharem ao banheiro e não ter tempo pra sair com o caderno sim, são gravíssimas e ensejam sem dúvida a anulção do concurso e necessidade de nova licitação pra escolha de outra organizadora.

Anônimo disse...

Nessas condições esse concorso deveria ser no mínimo cancelado, por bem menos que isso ENEM já foi cancelado por ai...
Não sei pq a universidade federal colocou a realização do concurso nas mãos de Instituto... pois a UFPEL ja fez outros concursos e tem total capacidade de realizar ela mesma a prova...
Quanto a prova, faz uma nova data, sob responsabilidade da propria UFPEL, realizando a devolução do dinheiro de quem não quiser refazer a prova e abre novamente a inscrição do processo e coloquem um prazo maior entre o final das inscrições e realização da prava para ter tempo habil para organizar o mesmo!!!
Este tipo de acontecimento é no mínimo palhaçada para quem estuda e paga para fazer uma prova assim!!!
essa questão entra em ordem de direitos humanos e afeta a todos.

Anônimo disse...

Eu sabia antecipadamente a sala que me correspondia realizar a prova(peguei no site onde constava a homologação da inscrição, o local e o nº da sala), logo quando entrei no saguão do ICH perguntei para um rapaz que parecia ser Porteiro qu prontamente me informou a localização da sala. Minha única queixa é com relação as cadeiras dos candidatos muito próximas o que causa um certo desconforto, mas até ar condicionado na sala tinha e não houve intercorrências de nenhum tipo, a prova transcorreu tranquila. Estranhei que fosse permitido sair e levar o caderno sem restrição de horas, mas também essa norma muitas vezes é inconveniente para quem termina a prova rápido e é obrigado a aguardar determinado horário para poder ir embora.Coitado de quem tiver que tomar a decisão de cancelar, ou não, essa prova. Não é uma decisão fácil.

Paulo disse...

Fiz a prova no Colégio Félix da Cunha e não teve problema lá. Por sentar onde quiser a maioria dos concursos são assim (o da caixa 2 semanas atras foi um exemplo). O fato de ser fácil não significa muito, pois a prova é igual pra todos. Realmente tinha questões ridículas, mas duvido que esses que estão colocando que foi fácil tenham gabaritado, se bobear nem aprovados serão, então sem essa de que era fácil.

Paulo disse...

E outra coisa, ja li que tão reclamando que eram 8:20 e ainda estavam sem prova, acho que essa gente não leu o edital, a prova estava marcada para as 8:30.

betowww disse...

Onde eu fiz foi muito tranquilo.
Acho que se começou alguma confusão, foi por causa dos candidatos, e não dos organizadores. É tão simples pegar algumas cadeiras e levar pra outra sala. E reclamar porque pode sentar em qualquer lugar... pelo amor de deus! Tem gente usando todo tipo de desculpa só porque não estudou ou quer aparecer. Pedir pra ficar com celulares também, eu nunca vi isso em nenhum concurso publico que fiz. Eles só falam pra desligar e pronto. Acho que todos devem ser maduros o suficiente para saber o que podem ou não fazer.

Anônimo disse...

sem contar que não tinha como colocar 40 candidatos numa sala em que cabiam 20... quem quisesse ler a prova do colega por cima do ombro nem tinha muita dificuldade!! um desrespeito total com os inscritos no concurso, um desrespeito com quem se preparou, estudou e está tentando ingressar no mercado de trabalho...

Aline disse...

betowww... apenas palmas pra vc... maturidade e educação e pelo menos metade dos problemas não teriam acontecido..

Catiúscia disse...

boa noite, no Anglo ocorreu tudo com tranquilidade os fiscais pediam pra retirar as baterias dos celulares na entrada da sala, o cartão era entregue logo em seguida e os candidatos eram acompanhados até o banheiro, só acho um erro eles deixarem os candidatos saírem com as provas antes de um determinado período por exemplo uma hora depois do início, o erro da organização foi colocar muita gente num mesmo espaço auditório não é lugar de realização de provas, pois isso é certo algumas pessoas iam com certeza pesquisarem, colar fazer ligações nesse aperto todo.

M.C.M disse...

Fiz a prova no Instituto de Ciências Sociais, sala 18. Uma vergonha, um desrespeito, um indício grande de fraude...!
Fui ao banheiro duas vezes sem que algum fiscal me acompanhasse. Na minha sala chegou a tocar o aparelho celular de uma candidata sem que isso fosse um problema. A confusão, os gritos dos candidatos, a falta de conforto atrapalhou o rendimento na prova!

Anônimo disse...

Fiz prova no Anglo e lá ocorreu tudo tranquilo. Claro, acostumada a fazer concurso e a fiscalizar, estranhei o fato de não ser informado o desligamento dos celulares, nem respeitado tempo limite para sair da prova ... No mais sem queixas. Quanto ao incidente no ICH, acho um tanto de irresponsabilidade dos fiscais de sala. Uma conhecida fiscalizou sala no ICH e foi à reunião, ela disse que foi dada todas as instruções de como proceder, inclusive entregaram um documento com os protocolos, como: desligar celulares, retirar relógios, assinaturas na entrada, acompanhar até banheiro ... Enfim, procedimentos padrões. Acontece que muitos fiscais preferem agir na livre arbítrio, não respeitam as instruções. Me pareceu um tanto boicote ... Ficou estranho... A UFPel agiu da maneira que tinha que agir, era NECESSÁRIA a contratação de uma empresa para manter a lisura do concurso.

Patrícia disse...

Justiça seja feita, eu fiz a prova do Colégio Félix da Cunha e pelo menos na minha sala foi tranquilo.
Antes de entegarem as provas vieram umas pessoas "pedir emprestado" cadeiras", achei estranho, mas também nada de mais.
Quanto ao horário, o Edital dizia claramente que os portões fechariam as 8:30, então, não tem essa de que a prova começou atradasa por começar nesse horário,tava no Edital né.
Quanto à organização, realmente, em que pede a tranquilidade da minha sala,achei muito mal organizado o certame, contava com bom senso e boa fé dos próprio s candidatos, o que sabemos que em matéria de concurso público, é bem perigoso.
Não tinha muito controle quanto a questão dos celulares, que no mínimo mesmo que pudessem ficar com o examinando, deveria ficar em um saco lacrado, como em diversos certames.
A fiscal era meio "sem postura" também, conversando com alguns examinandos conhecidos dela.
Enfim, se fosse até aí né... Mas com o que o pessoal tem relatado, se for verdade, é uma vergonha mesmo.
Eu me preparei, peguei a estrada super cedo para chegar na hora, enfim, perdi tempo e dinheiro.
Quanto a dificuldade da prova, isso é relativo né, depende do nível de estudo e de instrução de cada um, eu achei bem fácil, com questões bem ridículas, como uma de informática que dizia:
"Atualmente a internet é um aferramente muito utilizada...blá blá. Das alternativas abaixo, qual delas apresenta um famoso site de busca na Internet?
a)www.google.com.br
b)www.buscaperfeita.com.br
C)www.buscaurgente.com.br
d)yahoo@yahoo.com.br
e)pesquise@pesquise.com.br"
Por favor né!

Anônimo disse...

No site do instituto saber foi disponibilizado o seguinte comunicado:

"A Comissão Organizadora do Concurso deverá emitir um
parecer sobre o incidente ocorrido no dia da prova, no auditório
do Campus de Ciências Sociais da Universidade Federal de
Pelotas, até às 18 horas do dia 08 de maio de 2012 (terça-feira),
o qual será publicado no site www.saber.srv.br e
www.ufpel.edu.br.
Somente após a decisão, será publicado o Gabarito
Preliminar."

Acho que depois de todas essas graves acusações, o concurso deveria mesmo ser anulado

Anônimo disse...

Ao Sr. Paulo, que realizou a prova no Félix da Cunha:
O fato de considerar a prova extremamente fácil não invalida o concurso. O que ocorre e pensei ter deixado claro quando fiz esta observação, é que a somatória de fatores, entre os quais as questões de baixa complexidade e a facilidade para a obtenção de respostas antes do final do certame evidenciam que, nos casos em que fosse este o interesse de alguns seria plenamente possível (praticar irregularidades). Assim como você realizou a prova sem maiores problemas, eu também realizei, embora regras simples não tenham sido cumpridas. Desligar celulares ou solicitar a entrega dos mesmos na entrada ocorre em muitos certames sim, embora não seja obrigatório. Entretanto, solicitar o seu desligamento é de fato obrigação para manter-se a isonomia do concurso.
Tentar transformar a discussão em um apanhado sadio de observações explanando o estilo de prova e algumas incompatibilidades não garante minha aprovação ou muito menos minha homologação. Você como candidato deveria saber que a partir do momento que as ocorrências no ICH tornaram-se públicas, todas as outras unidades educacionais que realizaram o concurso e permitiram a saída dos inscritos sem tempo de espera padrão contribuíram para o vazamento do gabarito antes do encerramento das atividades. Neste meio tempo, se algumas pessoas conseguiram receber as respostas corretas, todo o meu trabalho, o seu e dos demais estará sendo jogado no lixo.
Em tempo, desviar o foco para o grau de complexidade da prova não é o mais adequado neste momento, me desculpe, mas não vejo o real interesse nessa afirmação.
V.B

GM disse...

fiz minha prova no Assis Brasil numa sala do térreo que as janelas davam para a rua Antônio dos Anjos, separada por um muro. A sala pequena para o número de pessoas que tinha, mesmo com a ausência de alguns candidatos. As classes ficavam próximas umas das outras facilitando a cola. Como estava sentado no fundo da sala, dava para ouvir comentários e respostas das questões por parte daqueles que haviam terminado e já haviam saído do prédio, e encostados no muro em frente a janela, comentavam as questões da prova. Na entrada a fiscal não comentou nada sobre o celular. Somente no início da prova por volta das 8:45. Mesmo com o aviso, o celular de um candidato tocou 3 vezes. Acostumado a trabalhar como fiscal em diversos concursos, fiquei abismado com a despreocupação e desleixo na organização pelo Instituto Saber, que ninguém sabia que existia. A prova que foi entregue parece que foi feita em casa. 3 logos e nenhuma marca que pudesse se dizer que foi realmente organizada por uma empresa acostumada a realizar esse tipo de trabalho. Isso vai dar muito pano pra manga! Se não anularem a prova, quem vai ressarcir o meu prejuízo com curso preparatório e etc.?

Ana disse...

Bom Fiz a prova no Anglo realmente não teve problemas maiores, mas me senti desconfortavel na sala pois era pequena e as cadeiras ficavam muito próximas umas das outras, tive que ficar meio de lado pois não tinha espaço para me acomodar corretamente na cadeira, quando tive que ir ao banheiro, a fiscal que me acompanhava entrou no banheiro ao lado, isso me causou desconfiança e quando sai ela ja não estava mais. Fiquei decepcionada e me senti uma idiota ao realizar esta prova depois de saber de toda confusão.

Renata disse...

Pelo relatado o mínimo que se espera é a anulação da prova e nova aplicação. Já passei por isso, é chato, no meu caso a prova foi anulada por falta de ineditismo de mais de uma questão na prova de português. A segunda prova estava bem melhor formulada e a fiscalização em ambas foi bem mais competente que a desse concurso: celulares sem bateria em sacos lacrados, bolsas lacradas no chão e os devidos acompanhamentos dos fiscais.

Victória disse...

A nota emitida pela UFPel não foi surpresa. Não estou perplexa com a notícia. Presenciei as mesmas situações no Prédio B da UCPel, mas uma me deixou completamente atônita.

Um senhor pegou do SEU caderno duas folhas de rascunho para utilizar durante a prova, e não houve objeção alguma por parte dos fiscais.

Rafael disse...

Eu fiz a prova na UCPEL e foi tranquilo, mas realmente se alguém quisesse levar o celular ao banheiro poderia mesmo, porque não teve nenhuma fiscalização nessa parte, mas quero saber dos demais colegas da questão número 30 de matemática, na qual pede os valores da média aritmética e da mediana.Pois, não consta no edital
que mediana seria matéria da prova. Alguém pode por gentileza olhar isso também e nos dar uma resposta,pois, ao que vejo, essa questão deverá ser anulada.

Anônimo disse...

e Para quem teve despesas com transporte, Por ser de outras cidades, como irá ficar, teremos que assumir o Prejuízo Pela falta de competência de terceiros?????

Victória disse...

Rafael,

Consta como "Estatística", pois assim como a Média Aritmética, a mediana é um conteúdo anexo a matéria.

M. M. disse...

Eu realizei a prova no ICH, em uma sala em frente ao auditório, onde foi uma desorganização(gritos, aplausos e assovios)cheia de "ecos perturbadores" no corredor e nas salas em torno. Além disto, em volta de mim, ouvi conversas entre os candidatos sobre as questões sem que os fiscais tomassem providência. Desta forma, sinto-me igualmente prejudicado e lamento o ocorrido. Espero que a providência desejada pelos que foram muito prejudicados, como eu, seja tomada dignamente.

Francine disse...

Minha prova foi na Escola Assis Brasil, e lá não houve nenhum tipo de desorganização. Não presenciei nenhum tipo de transtorno relacionado aos fiscais,quantidade de cadeiras,acesso a celular,e qualquer tipo de stress.
A hipótese de anulação ao meu ponto de vista deve ser bem analisada, pois não foram em todos os locais de prova que os candidatos se sentiram prejudicados.

Patrícia disse...

Oi Rafael, no Edital consta sim a matéria de matemática, é que está dentro do conteúdo relativo à Estatística, a qual é expressamente referida no Edital.
Abraço

Nádia Silveira disse...

eu estava no auditório do ICH onde tudo aconteceu e, ao contrário do que alguém disse aqui, não foi nossa culpa não! Colocaram mais de 200 pessoas na sala, não tinha mais de 100 cadeiras. Entrei na sala sem que olhassem meu documento, não me entregaram cartão-resposta, começaram a entregar as provas com candidatos sentados muito perto e até de frente um para o outro, com celulares ligados, na confusão havia gente pesquisando no Google e marcando no seu cartão-resposta. Aleguei que isso ia contra o edital, que esta pessoas deveriam ser retiradas, o senho do Instituto Saber me olhou e abriu os braços como dizendo "não posso fazer nada..." Levantei, fui ao fundo da sala, peguei meu cartão resposta, sai com a prova e com ele, pois o mesmo senhor disse QUEM QUISER PODE IR EMBORA, A PROVA ESTÁ ANULADA! A Brigada já nos aguardava na rua.Prestamos queixa na polícia Federal, Civil, contactamos o Ministério Público a amanhã retornaremos lá as 14 horas para formalizar a denúncia. passamos a manhã correndo de um lado para o outro. Tem que anular esta prova, sim. Tem a gravação deste senhor dizendo que a prova fora anulada!

Anônimo disse...

Ao Sr. Rafael, este tema estava incluso no conteúdo programático disponibilizado no edital de retificação: Estatística; Grágicos; Média Aritimética e Média Ponderada. Quanto a isso foi dentro do normal.

Anônimo disse...

Pelo amor de Deus! Essa pessoa que fez prova no Assis Brasil e que comentou praticamente a mesma coisa em dois post's diferentes não tem a mais mínima noção do que sejam os princípios da igualdade e da isonomia. É lógico que não foram em todos os locais que as pessoas se sentiram prejudicas mas é EXATAMENTE POR ISSO que o concurso deve ser anulado.
Aloooooww

Anônimo disse...

Eu estava no auditório onde aconteceu o tumulto, o problema que não tinha cadeira para todos os candidatos, havia apenas dois fiscais para 200 candidatos. As 8.30 foi uma correria, mandaram todos os candidatos entrarem, sem identificação. Muitos candidatos gravaram então com os seus celulares. Mesmos com o tumulto generalizado as provas foram distribuidas, muitas candidatos então começaram a fazer as provas em grupo outros faziam consultas via internet e os fiscais nada, o pessoal se revoltou. Mais um concurso mal feito.

Anônimo disse...

Fiz a prova no IFSul. Não constatei nada de anormal, porém não é justo que tenhamos que concorrer com pessoas que tiveram acesso à internet ou qualquer outra fonte de pesquisa.
Meu questionamento é quem realizará o ressarcimento dos gastos que tiveram as pessoas de fora de Pelotas que disponibilizaram tempo e dinheiro para realizar o concurso e por incompetência alheia, terão de repetir esses gastos para realizar nova prova?
Lamento profundamente que uma Instituição séria como a UFPel tenha seu nome ligado a um instituto que de "saber", não tem nada.

Anônimo disse...

Boa tarde Sr. Rubens,

Não gostaria de me identificar, mas fiz a prova no Colégio Municipal Pelotense... a desorganização era tamanha que a chefe dos fiscais quando entrei no prédio às 08:05 me perguntou se no edital estava que os portões fechavam as 08:15 ou às 08:30? Como que ela não sabia? Se eu desse uma orientação errada então ela fecharia os portões mais cedo?
E o fiscal pegou o envelope abertro para distribuir as provas...

Anônimo disse...

A prova começou as 8:45, a fiscal tirou o relógio da parede, isto na Escola são Jose sala 2,as 9hs ainda entraram pessoas, POH"eu me desloquei da cidade vizinha pra chegar na hora marcada 7:45, as provas estavam em saco vedado porem não foram testemunhadas por alunos como de praxe a averiguar,pois já estava na mesa,convenhamos, a baderna esta total, não foi salientado que ficariam 4 hs de prova sendo assim até as 13hs, com certeza isto prejudicou muitos candidatos, e favoreceu os que não são pontuais com horário assim é fácil, regras pra
uns e a la vonte pra outros,,,,

Luis Frederico N.C. disse...

Fiz a prova no IFSUL, Pavilhão Bonat, sala 20.
Tudo ocorreu relativamente bem, entretanto, nunca havia estado nesse prédio,então cheguei cedo afim de procurar minha sala com calma, mas os portões foram abertos apenas as 8:15, além disso, não sabia como procurar minha sala, já que não haviam indicações; depois de vagar sem rumo por um tempo, ao lado de uma escadaria vi uma folha com a indicação do tal Pavilhão Bonat, e depois de subir, constatei que as salas não eram numeradas senão por uma folha de papel anexa à porta. assim como eu, vários candidatos tiveram de perguntar aos fiscais quais eram as salas. Custava terem colocado "sala 19", "sala 20" e etc?

Pois bem, os lugares eram propícios e os fiscais orientaram para que se mantivesse um lugar vago entre os candidatos, da mesma forma que foi dado o aviso para desligar os celulares (coisa que não precisaria nem pedir), mas não foi falado nada sobre o uso de lápis e borrachas ( e havia gente usando) e de relógios de pulso.
Pelo menos na minha sala os dois fiscais mantiveram a ordem e passaram todas as informações com clareza, mas quando sai pude verificar uma pequena "reunião" de fiscais no corredor, comendo bolachinhas, tomando café, chimarrão, enquanto candidatos vagavam livremente pelos corredores, com e sem as provas.